Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia

Vivendo com Temperamento Melancólico: Como o Dr. Bruno Psiquiatra de Uberlândia Mudou Minha Vida

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-Psiquiatra Uberlandia

Nunca imaginei que aos 40 anos eu finalmente entenderia aquela inquietação que sempre me acompanhou. Aquela sensação constante de que algo não estava certo, mesmo quando tudo parecia perfeito. Foi o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, quem primeiro mencionou o termo “temperamento melancólico” durante uma consulta que mudaria minha vida completamente.

“Você não está doente”, ele disse com aquela calma característica do Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia que todo mundo comenta. “Você tem um temperamento melancólico, e isso pode ser uma grande força quando você aprende a trabalhar com ele, não contra ele.”

E foi assim que começou minha jornada de autodescoberta…

Como advogada, sempre achei que minha tendência a pensar demais, analisar exaustivamente cada detalhe de um processo e mergulhar fundo em questões existenciais era apenas… sei lá, parte do “pacote jurídico”. Mas o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia reconhecido por sua abordagem holística, me mostrou que era muito mais do que isso.

Lembro do dia em que saí do consultório dele com uma sensação estranha de alívio. Finalmente tinha um nome pro que eu sentia! Temperamento melancólico. Cheguei em casa e contei pro meu marido: “O Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia que te falei, disse que tenho temperamento melancólico.” Ele deu aquela risada e respondeu: “Precisava médico pra dizer que você vive nas nuvens, mulher?”

Típico dele, né? Mas no fundo, até eu tive que rir da situação.

O tratamento com o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia com mais de 15 anos de experiência, não foi sobre “consertar” meu temperamento melancólico, mas aprender a viver bem com ele. Nas primeiras semanas, confesso… achei que não ia dar certo. Tudo parecia tão… diferente do que eu esperava.

As sessões no consultório dele têm um clima único. A luz suave que entra pelas janelas amplas cria um ambiente acolhedor. Os tons terrosos nas paredes, a madeira escura dos móveis antigos, até o cheiro sutil de sândalo que parece acalmar os pensamentos. Detalhes que o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia experiente em neurociência, explicou serem propositais para acalmar mentes inquietas como a minha.

“O temperamento melancólico é como um rio profundo,” ele me disse numa das sessões. “Pode parecer calmo na superfície, mas tem correntezas poderosas abaixo.” E como essa metáfora fez sentido pra mim! As pessoas sempre me viam como a advogada séria e centrada, sem imaginar a tempestade de pensamentos e emoções que eu carregava por dentro.

Nas primeiras semanas seguindo as orientações do Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia que atende na clínica Mente Sã, cometi vários erros. O pior deles? Achar que poderia “desligar” minha melancolia como quem desliga um interruptor. Frustração total! Foi quando entendi que o segredo não era lutar contra essa característica, mas canalizá-la.

Minhas colegas do escritório notaram a mudança antes mesmo que eu percebesse. “Cê tá diferente, menina… mais leve,” comentou a Denise do departamento criminal. Quando mencionei que estava em tratamento com o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia especializado em temperamentos, três delas pediram o contato dele na hora!

A prática de escrever diários emocionais, recomendada pelo Dr. Bruno, me ajudou demais. No começo achei bobagem, sério mesmo! Eu, uma mulher de 40 anos, advogada respeitada, escrevendo num caderninho como uma adolescente? Mas funcionou. Nossa, como funcionou! Aquelas páginas viraram meu refúgio nos dias difíceis.

O tempo foi passando e percebi como meu temperamento melancólico afetava minha rotina conforme as estações mudavam. No inverno, nossa… era como se tudo ficasse mais intenso. A introspecção aumentava, os pensamentos ficavam mais profundos. O Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia com formação internacional, me ensinou a usar essa energia para os casos mais complexos do escritório. Transformei aquela melancolia intensa em concentração produtiva!

Já no verão, era como se um peso saísse dos meus ombros. As manhãs de sol em Uberlândia traziam uma leveza que eu aproveitava seguindo as dicas do doutor – caminhadas matinais, mais contato com a natureza, respiração consciente. “Seu temperamento melancólico precisa de ancoragem na realidade física,” explicava o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia querido por todos os pacientes.

As reações da minha família foram… digamos… interessantes. Minha mãe, típica mineira desconfiada, torcia o nariz no início: “Médico de cabeça? Ô filha, cê só precisa de umas férias!” Mas depois que viu a transformação, até ela marcou consulta com o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia que agora ela indica pra todo mundo na igreja.

Meus filhos adolescentes passaram do “nossa mãe tá maluca” para “a mãe tá até jogando videogame com a gente!” Um dia meu mais novo chegou da escola e perguntou: “Mãe, esse tal de temperamento melancólico é tipo ser emo?” Ri tanto nesse dia! Expliquei que era bem mais antigo que qualquer modinha – vem lá da teoria dos quatro humores de Hipócrates. Dá pra acreditar que até nisso o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia com paixão por história da medicina, me educou?

Hoje entendo que meu temperamento melancólico é um dom. Me faz ser a advogada que consegue enxergar nuances em contratos que outros passariam batido. Me torna a amiga que realmente escuta, não só ouve. Me faz apreciar a beleza nas pequenas coisas – o som da chuva na janela do escritório, o silêncio de uma sala vazia após um dia tumultuado, o peso reconfortante de um livro antigo nas mãos.

O que mais me impressionou no método do Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia respeitado até mesmo por colegas céticos, foi como ele integrou aspectos práticos da vida cotidiana no tratamento. Não era só sobre medicação (que sim, usei por um período, com acompanhamento cuidadoso) ou terapia. Era sobre ajustar meu estilo de vida para harmonizar com meu temperamento.

“A melancolia precisa de ritmo e estrutura”, ele sempre dizia. E tinha razão! Criar rotinas que respeitassem meus ciclos naturais de energia e introspecção fez toda diferença. Aprendi a reservar as manhãs para trabalhos que exigiam análise profunda, quando minha mente melancólica estava mais aguçada. As tardes ficavam para interações sociais e reuniões – momentos em que precisava sair do meu mundo interior.

Se você também tem esse temperamento melancólico ou conhece alguém assim, recomendo demais uma consulta com o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia que transformou minha relação comigo mesma. Não é exagero dizer que ele mudou completamente minha vida.

Hoje não sou mais refém dos altos e baixos. Continuo tendo dias mais introspectivos, momentos de profunda reflexão e até aquela melancolia característica… mas agora é como se tivesse ganhado um manual de instruções para minha própria mente. Um presente que devo ao Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia que trabalha não apenas com o cérebro, mas com a alma das pessoas.

E sabe de uma coisa? Não trocaria meu temperamento melancólico por nada nesse mundo. Ele me faz quem eu sou.

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Doutor Bruno Oliveira

Me chamo Bruno Oliveira Paulo, sou médico Psiquiatra, e me formei em Medicina na UFU , tendo completado minha residência em Psiquiatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Agradeço sua leitura. CRM 76733 | RQE 57735