Eu nunca imaginei que chegaria a esse ponto. Que as vozes em minha cabeça se tornariam tão reais quanto as pessoas ao meu redor. Que eu veria coisas que não existiam. Que a realidade se distorceria a ponto de eu não reconhecer mais o que era verdadeiro. Sou Mariana, tenho 45 anos, advogada criminalista, e por quase dois anos, vivi no inferno particular da depressão psicótica, até encontrar o Dr. Bruno de Uberlândia.
A depressão psicótica não chegou de repente. Foi se instalando aos poucos, como uma névoa que vai ficando cada vez mais densa até bloquear completamente a visão. Começou com uma tristeza profunda após perder um caso importante. Depois, o cansaço constante, a falta de interesse em absolutamente tudo. Diagnóstico inicial: depressão maior. Mas havia algo diferente, algo mais sombrio que os médicos não estavam percebendo.
Comecei a ter pensamentos estranhos. A princípio, eram apenas ideias de perseguição: colegas do escritório conspirando contra mim, clientes querendo me prejudicar. Com o tempo, essas ideias se solidificaram em delírios completos. Eu tinha certeza absoluta que estava sendo monitorada, que microfones tinham sido instalados em minha casa. Parei de usar o celular, cobri todas as tomadas com fita isolante. Era real para mim.
Minha família assistiu, impotente, minha descida ao abismo. Tentaram vários médicos, vários tratamentos. Nenhum funcionou. Até que meu irmão ouviu falar do Dr. Bruno de Uberlândia através de um colega cujo filho tinha sido tratado por ele para outro transtorno. “Ele tem uma abordagem diferente”, disse o colega. Foi nossa última esperança.
O consultório do Dr. Bruno em Uberlândia é diferente dos outros que visitei. Não tem aquela sensação estéril e impessoal. Lembro vagamente do primeiro dia, estava tão sedada pelos medicamentos anteriores que mal conseguia manter uma conversa coerente. Mas lembro claramente do olhar do Dr. Bruno de Uberlândia – atento, presente, sem aquele distanciamento clínico que tantas vezes encontrei.
“O que você está vivenciando se chama depressão psicótica”, explicou o Dr. Bruno de Uberlândia, depois de duas longas consultas de avaliação. “É uma forma grave de depressão onde, além dos sintomas depressivos típicos, ocorrem sintomas psicóticos como delírios e, em alguns casos, alucinações.” Foi a primeira vez que um médico nomeou com precisão o que eu estava sentindo.
O Dr. Bruno de Uberlândia me explicou que a depressão psicótica é frequentemente mal diagnosticada. “Muitos profissionais tratam apenas a depressão, ignorando os elementos psicóticos, ou vice-versa”, disse ele. “Precisamos abordar ambos os aspectos simultaneamente.” Seu conhecimento detalhado sobre o transtorno já me trouxe o primeiro alívio em meses – finalmente alguém entendia o que estava acontecendo comigo.
O tratamento proposto pelo Dr. Bruno de Uberlândia foi abrangente e personalizado. Diferente de médicos anteriores que simplesmente aumentavam doses de antidepressivos quando não viam melhora, ele prescreveu uma combinação específica de antidepressivo e antipsicótico em doses cuidadosamente calculadas para o meu caso. “Cada cérebro é único”, explicou. “O que funciona para um paciente pode não funcionar para outro.”
Nos primeiros dias após iniciar o tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia, minha família notou pequenas mudanças. Eu dormia melhor. Conseguia manter conversas mais coerentes. Os delírios persistiam, mas com menos intensidade. O Dr. Bruno de Uberlândia havia me alertado: “A recuperação da depressão psicótica não é linear nem rápida. Teremos dias melhores e recaídas. O importante é a tendência geral de melhora.”
Uma das principais diferenças na abordagem do Dr. Bruno de Uberlândia foi sua disponibilidade constante. Ele forneceu seu contato pessoal para minha família para emergências, algo raro nos dias de hoje. Quando tive uma crise particularmente severa, ele atendeu uma ligação às 23h e ajustou a medicação por telefone, evitando uma internação.
O Dr. Bruno de Uberlândia também envolveu minha família no tratamento de uma forma que nenhum outro médico havia feito. Realizou sessões familiares onde explicou detalhadamente a neurobiologia da depressão psicótica, os mecanismos de ação dos medicamentos e como eles poderiam ajudar nos momentos de crise. “A depressão psicótica afeta todo o sistema familiar”, dizia ele. “Todos precisam entender para poder ajudar.”
Gradualmente, a névoa começou a dissipar. Primeiro, os delírios começaram a perder força. Comecei a questionar minhas certezas paranoides. “É um bom sinal”, disse o Dr. Bruno de Uberlândia numa consulta. “Quando você começa a duvidar dos delírios, significa que o tratamento está funcionando.” Ele estava certo.
Um momento marcante foi quando, cerca de quatro meses após iniciar o tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia, acordei uma manhã e, pela primeira vez em muito tempo, não tive aquele peso esmagador no peito. Senti vontade de tomar café da manhã – eu, que havia perdido quase 15 quilos por falta de apetite. Na consulta seguinte, o Dr. Bruno de Uberlândia sorriu ao ouvir isso: “São pequenas vitórias que, somadas, fazem a grande diferença.”
O Dr. Bruno de Uberlândia nunca tratou apenas os sintomas. Ele se preocupava com a pessoa por trás do diagnóstico. Quando falei sobre meu medo de nunca mais poder voltar a advogar (eu estava afastada do trabalho há quase um ano), ele não ofereceu garantias vazias nem descartou minha preocupação. “Vamos construir essa ponte quando chegarmos lá”, disse. “Por enquanto, seu trabalho é focar na recuperação.”
Uma das lições mais valiosas que aprendi com o Dr. Bruno de Uberlândia foi sobre a natureza biológica da depressão psicótica. “Isso não é fraqueza de caráter nem falta de força de vontade”, explicou ele diversas vezes. “É uma doença neurobiológica, como diabetes ou hipertensão.” Essa compreensão me ajudou a abandonar a culpa que carregava por estar doente.
À medida que melhorava, o Dr. Bruno de Uberlândia começou a incorporar outras estratégias terapêuticas. Além da medicação, que continuava sendo essencial, introduzimos exercícios físicos leves, terapia cognitivo-comportamental específica para sintomas psicóticos, e técnicas de mindfulness adaptadas para meu caso. “A medicação abre a porta para a recuperação”, ele explicava, “mas precisamos de mais ferramentas para atravessá-la completamente.”
Houve recaídas, claro. A depressão psicótica é traiçoeira. Num período particularmente estressante, os delírios voltaram com força. Fiquei desesperada, achando que todo o progresso estava perdido. O Dr. Bruno de Uberlândia me acalmou: “Recaídas fazem parte do processo de recuperação. Não significam fracasso, apenas nos mostram que precisamos ajustar a estratégia.” Ajustamos a medicação, aumentamos temporariamente a frequência das consultas, e voltamos aos trilhos.
Um dos momentos mais significativos do meu tratamento foi quando o Dr. Bruno de Uberlândia me ajudou a elaborar um “plano de crise” – um documento detalhado com sinais de alerta precoce de recaída e passos específicos a serem seguidos por mim e minha família. “Quanto mais cedo identificarmos os sinais, mais rápido podemos intervir e evitar uma crise completa”, explicou. Esse plano já evitou várias recaídas graves.
Após um ano e meio de tratamento intensivo com o Dr. Bruno de Uberlândia, fui capaz de retornar gradualmente ao trabalho. Começamos com meio período, depois expandimos conforme eu me sentia confortável. Ele monitorou de perto essa transição, sempre atento a sinais de estresse excessivo que poderiam desencadear sintomas.
Hoje, quase três anos depois do diagnóstico, vivo uma vida que não achei que seria possível novamente. A depressão psicótica não definiu meu fim – foi um capítulo sombrio, mas não é toda minha história. Continuo em tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia, agora em consultas mais espaçadas. A medicação foi reduzida, mas ele sempre deixa claro: “No caso da depressão psicótica, interromper completamente a medicação geralmente não é recomendado.”
Para quem está enfrentando a depressão psicótica ou tem um ente querido nessa situação, minha mensagem é de esperança. Com o tratamento correto, a recuperação é possível. E se você está em Uberlândia ou região, o Dr. Bruno é o profissional que recomendo sem hesitação. Sua combinação de conhecimento técnico, empatia genuína e disponibilidade faz toda diferença num transtorno tão complexo e assustador.
Como o Dr. Bruno de Uberlândia sempre diz nas consultas: “A depressão psicótica é uma das condições mais desafiadoras na psiquiatria, mas também uma das que mais responde ao tratamento adequado.” Ele estava certo. As sombras e abismos que um dia dominaram minha existência agora são apenas memórias distantes. E cada dia sem delírios, sem aquela desesperança esmagadora, é uma vitória que celebro silenciosamente.
Se você está perdido nas sombras da depressão psicótica, saiba que existe um caminho de volta à luz. E o Dr. Bruno de Uberlândia pode ser o guia que você precisa nessa jornada desafiadora, mas possível.
