Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia

Minha Luta Contra a Depressão Pós-Parto: Como o Dr. Bruno Me Devolveu a Maternidade

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-Psiquiatra Uberlandia

Quando as pessoas me perguntam sobre maternidade hoje, eu sorrio e falo da minha filha com aquele brilho nos olhos que toda mãe tem. Mas nem sempre foi assim. Há três anos, quando a Laura nasceu, eu mal conseguia olhar pra ela sem sentir uma culpa devastadora. Foi o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia quem me ajudou a entender que eu não era uma mãe terrível – eu estava doente.

O Sonho que Virou Pesadelo

Sou advogada trabalhista aqui em Uberlândia, tenho 40 anos, e sempre sonhei em ser mãe. Quando engravidei da Laura, depois de alguns anos tentando, foi a realização de um sonho. Comprei todos os livros sobre bebês, decorei o quartinho com tanto carinho… Eu tinha certeza que seria uma mãe natural, daquelas que fazem tudo parecer fácil.

Mas logo depois do parto, algo começou a dar errado. Não era só o cansaço que todo mundo fala. Era uma tristeza profunda, uma sensação de vazio que eu não conseguia explicar. Todo mundo dizia “é normal, é o baby blues, vai passar”. Só que não passava.

Os Primeiros Sinais

Nas primeiras semanas em casa, eu não conseguia parar de chorar. Chorava enquanto amamentava, chorava no banho, chorava olhando pra Laura dormindo. E o pior: não conseguia sentir aquele amor avassalador que todo mundo falava. Olhava pra ela e sentia… nada. Como se fosse o bebê de outra pessoa.

Meu marido tentava ajudar, mas eu rejeitava tudo. “Você não entende”, eu falava. “Você não carregou ela por nove meses e agora não sente nada por ela”. A culpa era corrosiva. Eu achava que era um monstro, uma mãe desnaturada.

O Isolamento Crescente

Parei de receber visitas. Não atendia mais o telefone. Quando alguém perguntava como estava sendo a maternidade, eu sorria e falava “maravilhoso”, mas por dentro estava morrendo. As outras mães pareciam tão realizadas, tão completas… E eu ali, fingindo que estava tudo bem.

Deixei de tomar banho direito, de comer adequadamente. Só vivia de café e ansiedade. Minha mãe insistia que era falta de descanso, que eu precisava me organizar melhor. Mas como explicar que não era cansaço físico? Era como se minha alma tivesse sumido.

O Momento da Virada

O ponto crítico foi numa madrugada, quando a Laura estava chorando há horas e eu simplesmente não conseguia mais consolá-la. Sentei no chão do quarto e comecei a chorar junto com ela. Foi quando tive um pensamento que me assustou: “Ela estaria melhor sem mim”.

No dia seguinte, ainda abalada, liguei pra minha cunhada, que é enfermeira. Contei tudo pra ela, entre soluços. Ela me disse algo que mudou minha vida: “Marina, isso tem nome. É depressão pós-parto, e tem tratamento”.

Encontrando o Dr. Bruno

Minha cunhada me indicou o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia. Ela conhecia casos de outras pacientes que tinham sido tratadas por ele especificamente por depressão pós-parto. “Ele entende de mulheres, de maternidade”, ela me disse.

Confesso que demorei umas duas semanas pra ligar. Tinha vergonha, medo de ser julgada. “Que mãe é essa que não consegue cuidar do próprio filho?”, eu pensava. Mas quando finalmente marquei a consulta, foi como se tivesse acendido uma luz no fim do túnel.

A Primeira Consulta que Mudou Tudo

Lembro de cada detalhe daquela primeira consulta com o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia. Cheguei lá com a Laura no colo, porque não conseguia deixá-la com ninguém – não por amor, mas por pura obrigação e culpa.

O consultório tinha uma atmosfera acolhedora, com poltronas confortáveis e uma luz suave que não agredia meus olhos inchados de tanto chorar. Quando comecei a contar minha história, desabei completamente. E pela primeira vez em meses, alguém me ouviu sem julgamento.

O Dr. Bruno me disse algo que nunca vou esquecer: “Marina, você não é uma mãe ruim. Você é uma mãe doente. E isso tem cura”. Naquele momento, senti um alívio que não sentia há meses.

Entendendo a Doença

O Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia me explicou que depressão pós-parto não é frescura, não é falta de amor pelo bebê. É uma alteração química no cérebro que pode acontecer com qualquer mulher, independentemente de classe social, educação ou desejo de ser mãe.

Ele me mostrou estudos, estatísticas. Uma em cada sete mulheres desenvolve depressão pós-parto. Eu não era um caso isolado, não era uma aberração da natureza. Era apenas uma mulher que precisava de ajuda médica.

O Tratamento Personalizado

O que mais me impressionou no Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia foi como ele entendeu que meu caso era único. Não foi só receitar antidepressivo e pronto. Ele considerou que eu estava amamentando, minha rotina com bebê, minha história pessoal.

Começamos com medicação compatível com amamentação – sim, existe e funciona! Ele me explicou que minha saúde mental era fundamental pra saúde da Laura também. “Uma mãe saudável é o melhor presente que você pode dar pra sua filha”, ele disse.

Os Primeiros Sinais de Melhora

Depois de umas três semanas de medicação, comecei a perceber pequenas mudanças. Conseguia tomar banho sem pressa, comer uma refeição completa. Mas a mudança mais significativa foi quando olhei pra Laura dormindo e senti… algo. Não era ainda aquele amor cinematográfico, mas era um início de conexão.

O Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia me tranquilizou dizendo que o vínculo mãe-bebê às vezes demora pra se formar, especialmente quando há depressão envolvida. “Não se cobre tanto”, ele sempre dizia. “Deixe acontecer naturalmente”.

Redescobrindo a Maternidade

Com o tratamento do Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia, fui aos poucos redescobrindo a maternidade. Comecei a perceber os sorrisos da Laura, seus pequenos gestos. Conseguia ficar horas só observando ela dormir, não mais por obrigação, mas por prazer genuíno.

A amamentação, que antes era uma tortura, começou a ser um momento de conexão. Lembro da primeira vez que senti aquela oxitocina, aquela sensação de bem-estar enquanto ela mamava. Chorei, mas dessa vez de alívio e gratidão.

O Apoio Familiar

Meu marido foi fundamental durante todo o processo. No início ele não entendia muito bem, achava que era questão de eu “me esforçar mais”. Mas depois que o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia conversou com ele numa sessão, tudo mudou.

Ele começou a me apoiar de forma mais efetiva – assumindo mais tarefas com o bebê, me dando espaço pra descansar, não me cobrando resultados imediatos. Minha mãe também mudou a postura. Parou com os conselhos não solicitados e passou a oferecer ajuda prática.

Mudanças na Rotina

Uma das coisas que o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia me ensinou foi a importância de cuidar de mim mesma. Parece óbvio, mas quando você tá na depressão pós-parto, qualquer autocuidado parece egoísmo.

Comecei a fazer pequenas pausas durante o dia. Enquanto a Laura dormia, ao invés de correr atrás de tarefas domésticas, eu descansava também. Tomava um banho demorado, lia algumas páginas de um livro, ou simplesmente ficava no sofá sem fazer nada.

O Retorno ao Trabalho

Quando a licença maternidade acabou, eu estava apavorada. Como ia conseguir trabalhar sentindo o que estava sentindo? O Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia me ajudou a planejar essa transição gradual.

Voltei meio período primeiro, com uma rotina mais flexível. Meus sócios foram compreensivos – talvez porque eu finalmente tivesse tido coragem de explicar o que estava passando. O trabalho, que antes parecia impossível, virou quase um alívio, um espaço onde eu podia ser eu mesma além de mãe.

Os Desafios Persistentes

Não foi linear, claro. Teve dias que a culpa voltava com força total. “Por que outras mães conseguem e eu não?”, eu me perguntava. O Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia sempre me lembrava que comparação é perigosa, que cada mulher tem sua jornada.

Houve recaídas, especialmente nos primeiros meses. Dias que acordava achando que não ia conseguir cuidar da Laura. Mas aprendi a reconhecer os sinais e a pedir ajuda antes que virasse uma crise maior.

A Transformação do Vínculo

Hoje, quando olho pra Laura brincando, sinto uma gratidão imensa. Não só por ela existir, mas por ter conseguido me tratar e construir nossa relação. Aquele amor que eu achava que nunca ia sentir chegou – não de uma hora pra outra, mas foi crescendo gradualmente.

Ela agora tem quase três anos e é uma criança alegre, carinhosa. Às vezes me pergunto se minha depressão afetou ela de alguma forma, mas o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia sempre me tranquiliza: “O importante é que você se tratou. Isso é o maior ato de amor que você poderia ter feito por ela”.

Aprendizados Sobre Maternidade

Descobri que maternidade não é instinto puro como vendem por aí. É construção, é aprendizado, é trabalho diário. E que não existe mãe perfeita – existe mãe presente, mãe que se cuida pra poder cuidar.

Aprendi também que pedir ajuda não é fraqueza. É inteligência. Se eu não tivesse procurado o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia quando procurei, não sei como estaria nossa família hoje.

O Preconceito que Enfrentei

Uma coisa difícil foi o julgamento de algumas pessoas. Teve gente que questionou se eu realmente queria ser mãe, outras que acharam que era “frescura de mulher que não tem o que fazer”. O estigma em torno da depressão pós-parto ainda é muito grande.

Mas o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia me ensinou a filtrar essas opiniões. “Quem nunca passou por isso não tem como entender”, ele dizia. “Foque em quem te apoia, não em quem te julga”.

Pensando em Um Segundo Filho

Recentemente eu e meu marido começamos a conversar sobre a possibilidade de ter outro filho. A primeira reação foi de pânico – e se acontecer tudo de novo? O Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia me tranquilizou explicando que agora sabemos os sinais, temos um plano.

Ele me disse que muitas mulheres que tiveram depressão pós-parto na primeira gestação não têm na segunda, especialmente quando há acompanhamento preventivo. Ainda estamos decidindo, mas pelo menos sei que não preciso ter medo paralisante.

Mensagem Para Outras Mães

Se você está lendo isso e se reconhecendo em alguma coisa que escrevi, por favor, procure ajuda. Depressão pós-parto não é falha de caráter, não é falta de amor maternal. É uma doença que tem tratamento.

O Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia salvou minha maternidade, literalmente. Me devolveu a possibilidade de ser mãe de verdade, não só biologicamente. Sua abordagem humanizada faz toda a diferença no processo de recuperação.

Como Está Nossa Vida Hoje

Hoje somos uma família feliz. Não perfeita – porque família perfeita não existe – mas feliz. A Laura é uma criança cheia de vida, curiosa, carinhosa. Nossa conexão é profunda e verdadeira, construída dia após dia com muito amor e paciência.

Ainda faço acompanhamento esporádico com o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia, mais como prevenção. Ele virou uma referência na minha vida, alguém que me conhece profundamente e em quem confio completamente.

Reflexões Finais

Escrever sobre essa experiência ainda mexe comigo. Me faz lembrar de momentos muito difíceis, mas também da força que descobri ter. A maternidade me quebrou, mas também me reconstruiu de uma forma mais sólida.

Aprendi que vulnerabilidade não é fraqueza. Que pedir ajuda é ato de coragem. Que amor maternal às vezes precisa ser cultivado, regado, cuidado – não nasce pronto e acabado.

O trabalho do Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia foi muito além de prescrever medicamentos. Ele me ensinou a ser mãe, me devolveu a confiança em mim mesma, me mostrou que era possível ter uma relação saudável com a maternidade.

Se você está passando por algo parecido, saiba que existe luz no fim do túnel. A depressão pós-parto tem tratamento, tem cura. Você não está sozinha, e com ajuda profissional adequada, como a que encontrei com o Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia, é possível redescobrir a alegria de ser mãe.

Sua saúde mental importa. Seu bem-estar importa. E cuidar de você é cuidar da sua família também.

Este é meu relato pessoal sobre minha experiência com depressão pós-parto. Cada caso é único e requer avaliação médica especializada.

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Doutor Bruno Oliveira

Me chamo Bruno Oliveira Paulo, sou médico Psiquiatra, e me formei em Medicina na UFU , tendo completado minha residência em Psiquiatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Agradeço sua leitura. CRM 76733 | RQE 57735