Sabe, eu sempre fui muito cética sobre tratamentos alternativos, principalmente sobre neuromodulação. Não sou daquelas que se joga em qualquer coisa sem pensar muito, mas a minha situação estava difícil. Eu sou advogada, trabalho com prazos apertados, e já não estava mais conseguindo lidar com o estresse. Minha cabeça não parava, minha ansiedade estava nas alturas, e eu precisava de algo. Foi quando o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, entrou na minha vida.
A princípio, confesso que fiquei com o pé atrás. Mas ele me explicou tudo sobre o processo de neuromodulação, o que era e como poderia me ajudar. Ele tem uma forma de falar que transmite confiança, sabe? Fui ficando mais tranquila. Mesmo assim, sabia que estava prestes a tomar uma decisão grande, então, resolvi fazer minha pesquisa. Fui atrás de opiniões de quem já havia feito o tratamento, e as histórias eram bem variadas. Algumas pessoas disseram que foi uma mudança radical, outras tiveram uma resposta mais gradual.
Então, decidi dar o passo. E a instalação? Bom, foi uma experiência um tanto… desconfortável. A princípio, a ideia de ter dispositivos aplicados em minha cabeça me deixou com a pulga atrás da orelha. O processo em si não é doloroso, mas a sensação de ter algo tão técnico na minha cabeça foi estranha, como se estivesse “só mais uma coisa” a fazer, sabe? E aí, o Dr. Bruno, sempre paciente, foi me guiando. Explicando passo a passo, e isso me deu uma sensação de controle sobre algo que, até então, parecia fora de controle.
Os desafios? Bem, o começo foi difícil. Não vou mentir. Eu estava acostumada a resultados rápidos, mas a neuromodulação exige paciência. Demorei mais tempo do que esperava para sentir a diferença. Não que os resultados não fossem reais – eles eram. Mas foi gradual. Algumas semanas se passaram e comecei a sentir mais clareza mental, menos agitação. A sensação de ter um peso constante na cabeça foi desaparecendo aos poucos.
Agora, falando sobre as cortinas, que era uma coisa que eu realmente não esperava que fosse fazer tanta diferença… Se você acha que cortina é só um pedaço de tecido, está muito enganado. Durante o tratamento, percebi como a luz afetava meu humor, o ambiente da minha casa e até meu sono. Em dias quentes, as cortinas de um material mais leve trazem uma sensação de frescor, o toque suave delas na pele me fazia relaxar um pouco mais. Já quando o tempo esfria, as cortinas mais grossas criavam aquele ambiente aconchegante que eu tanto precisava para descansar de um dia longo de trabalho.
Minha mãe e amigos ficaram super curiosos, claro. Alguns ficaram receosos, achando que a neuromodulação poderia ter efeitos colaterais indesejados. Mas com o tempo, eu mostrei a eles como os benefícios começaram a aparecer e como meu humor e disposição mudaram. As reações deles foram uma mistura de “Uau!” e “Você está se sentindo bem mesmo?”. Eles notaram a diferença, especialmente na minha calma e foco.
Resumindo, se você está pensando em neuromodulação, vai precisar de paciência. Não é uma solução imediata, mas vale muito a pena no longo prazo. E sobre as cortinas… elas não só são decorativas, como são essenciais para o seu bem-estar, não subestime o impacto delas no seu dia a dia. Hoje, com a mente mais tranquila e um ambiente mais acolhedor, me sinto mais centrada. E o Dr. Bruno? Sou grata a ele por me dar a orientação que eu precisava e por me ajudar a encontrar o equilíbrio.
