Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia

TAG: Quando a Ansiedade Vira um Transtorno e Como o Dr. Bruno, Psiquiatra de Uberlândia, Mudou Minha História

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-Psiquiatra Uberlandia
Ansiedade constante? Quando a preocupação deixa de ser normal e se torna um sinal de alerta

Respiro fundo antes de começar a escrever isso. Mesmo depois de tanto tempo de tratamento, falar sobre TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizada – ainda mexe comigo. Sou Luciana, advogada criminalista, 43 anos, e por quase duas décadas achei que minha “preocupação excessiva” era simplesmente parte da minha personalidade. Ou pior: um “preço a pagar” pela carreira que escolhi.

Mas o que é TAG, afinal? Demorei para entender que não era apenas “nervosismo”. O Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, foi quem primeiro me explicou de forma que fez sentido: “Luciana, o TAG é como se o botão de alarme do seu cérebro estivesse sempre ligado, mesmo quando não há perigo real.”

Os sintomas do TAG foram aparecendo na minha vida como convidados indesejados que nunca mais foram embora. Primeiro, a insônia. Depois, aquela tensão muscular constante – especialmente nos ombros e pescoço. Vivia com dor de cabeça. A irritabilidade que me fazia explodir com o estagiário por erros mínimos. E aquela sensação constante de que algo terrível estava prestes a acontecer.

Lembro do dia em que tive uma crise no meio de uma audiência importante. Meu coração disparou, comecei a suar frio, as mãos tremiam tanto que não conseguia segurar as anotações. Pedi uma pausa, corri pro banheiro achando que estava tendo um ataque cardíaco. Foi minha secretária que sugeriu: “Dra. Luciana, minha prima tem sintomas parecidos e faz tratamento com o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia.”

Resistente como sempre fui, demorei mais dois meses para marcar a consulta. O escritório do Dr. Bruno em Uberlândia fica num prédio comercial perto do centro. Na sala de espera, confesso que fiquei olhando para os lados, com medo de encontrar algum cliente ou juiz. O estigma, né? Mas o ambiente era discreto e acolhedor, o que já me trouxe algum alívio.

O Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, não se parecia nada com a imagem que eu tinha de psiquiatras (culpa dos filmes, talvez?). Jovem, mas com uma seriedade que inspira confiança. Na primeira consulta, ele fez algo que nenhum médico tinha feito antes: me ouviu. De verdade. Sem interromper a cada cinco segundos.

Depois de contar minha história, ele explicou com calma o que é TAG e como os sintomas se manifestam. “É importante você saber que o TAG tem base neurobiológica. Não é frescura nem falta de força de vontade”, disse o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, enquanto desenhava num papel como a ansiedade afeta diferentes partes do cérebro.

Os sintomas do TAG que ele listou pareciam uma descrição da minha vida diária: preocupação excessiva e difícil de controlar, inquietação constante, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular e problemas de sono. Quando ele falou sobre a dificuldade em relaxar mesmo nos momentos de lazer, quase chorei. Era exatamente isso – até nas férias eu ficava checando e-mails, preocupada com processos.

O tratamento que o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, propôs foi multidisciplinar. Ele explicou que o TAG responde melhor quando abordamos várias frentes. Começamos com medicação – um ansiolítico para os momentos de crise e um antidepressivo que, segundo ele, também age sobre os sintomas do TAG a longo prazo.

Confesso que tive resistência aos remédios no início. Tinha medo de ficar “dopada” ou perder o raciocínio rápido que meu trabalho exige. O Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, ouviu meus receios com paciência e me explicou: “O objetivo não é mudar sua personalidade, Luciana, mas ajustar a química cerebral para níveis mais saudáveis.”

Além da medicação, o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, me encaminhou para uma terapeuta cognitivo-comportamental. “Os remédios vão aliviar os sintomas do TAG, mas a terapia vai te dar ferramentas para lidar com os padrões de pensamento que alimentam a ansiedade”, explicou. E estava certo.

As primeiras semanas foram de adaptação ao tratamento. Alguns efeitos colaterais aparecem, normal. Mas o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, estava sempre disponível – até me passou seu WhatsApp para dúvidas urgentes, algo raro hoje em dia.

Meu marido percebeu a diferença antes mesmo de mim. “Você não está mais roendo as unhas”, ele comentou um dia, surpreso. Foi aí que notei: os sintomas do TAG estavam diminuindo gradualmente. Conseguia dormir melhor. A tensão nos ombros, menos frequente. E o mais importante: aquela sensação constante de catástrofe iminente começou a dar trégua.

Com o tempo, o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, foi ajustando a medicação. Houve uma recaída quando peguei um caso particularmente estressante, mas ele já tinha me alertado que isso poderia acontecer. “O tratamento do TAG não é linear, tem altos e baixos”, disse, normalizando a situação e me ajudando a não me sentir fracassada por isso.

Uma das lições mais valiosas que aprendi com o Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia, foi a diferença entre preocupação normal e patológica. “Todos nos preocupamos”, ele explicou, “mas no TAG, a preocupação é desproporcional, persistente e prejudicial.” Entender isso me ajudou a identificar quando estava entrando numa espiral de ansiedade.

Hoje, quase dois anos depois do diagnóstico, posso dizer que o TAG não define mais minha vida. Ainda tenho dias ruins? Claro. Mas agora tenho estratégias para lidar com os sintomas quando eles aparecem. E a medicação, que continuo tomando em dose menor, funciona como uma rede de segurança.

Para quem está lendo isso e se identificou com os sintomas do TAG: não espere chegar ao seu limite como eu fiz. O sofrimento é real e desnecessário quando existe tratamento. Se estiver em Uberlândia ou região, não posso recomendar o Dr. Bruno o suficiente. Ele aborda o TAG com conhecimento técnico e uma sensibilidade rara.

Como diria minha avó mineira: “Não há mal que sempre dure”. Com o tratamento certo, os sintomas do TAG podem ser controlados. E você pode voltar a viver, não apenas sobreviver de um ataque de ansiedade para outro. Eu consegui, com a ajuda do Dr. Bruno, psiquiatra de Uberlândia. Você também pode.

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Doutor Bruno Oliveira

Me chamo Bruno Oliveira Paulo, sou médico Psiquiatra, e me formei em Medicina na UFU , tendo completado minha residência em Psiquiatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Agradeço sua leitura. CRM 76733 | RQE 57735