Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia

Rompendo as Correntes: Minha Jornada para Superar a Dependência Emocional com o Dr. Bruno de Uberlândia

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“Você está sempre em um relacionamento ou procurando um.” Essa frase, dita por uma amiga próxima, foi como um tapa na cara. Eu, Beatriz, 43 anos, advogada bem-sucedida na área corporativa, que parecia ter tudo sob controle na vida profissional, vivia uma montanha-russa constante de relacionamentos destrutivos. Não sabia na época, mas sofria de dependência emocional. E foi o Dr. Bruno de Uberlândia quem me ajudou a enxergar e quebrar esse ciclo.

Dependência emocional. Duas palavras que eu nem conhecia até meus 40 anos. Achava que era apenas “intensidade” ou “romantismo”. Afinal, o que poderia ter de errado em amar demais? Como descobri depois, havia muito errado quando esse “amor” na verdade era uma necessidade desesperada de validação externa.

Meu histórico amoroso era uma sequência de relações onde eu me anulava completamente. Mudava gostos, opiniões, até amizades para agradar parceiros. O medo do abandono era tão intenso que eu tolerava comportamentos abusivos, traições, desrespeito. Entre um relacionamento e outro, a sensação de vazio era insuportável. Eu literalmente não sabia existir sozinha.

Foi depois do término de um noivado particularmente tóxico – o terceiro em cinco anos – que uma colega do tribunal me falou sobre o Dr. Bruno de Uberlândia. “Ele me ajudou muito com questões de autoestima”, comentou. Relutante (afinal, na minha cabeça o problema sempre eram os outros, nunca eu), marquei uma consulta.

O consultório do Dr. Bruno em Uberlândia tinha uma atmosfera acolhedora que me fez baixar um pouco as defesas. Ele não era nada como eu imaginava – nenhum ar de superioridade ou distanciamento clínico. Começamos a conversar e, pela primeira vez, me senti realmente ouvida. Não julgada, não analisada friamente, mas ouvida.

Na terceira sessão, o Dr. Bruno de Uberlândia usou pela primeira vez o termo “dependência emocional”. Expliquei que não usava drogas nem álcool. Ele sorriu gentilmente: “Dependência emocional não é sobre substâncias químicas externas, mas sobre substâncias que seu próprio cérebro produz. Seu ‘barato’ vem da validação e atenção de outra pessoa.”

Aquela consulta foi um divisor de águas. O Dr. Bruno de Uberlândia explicou que a dependência emocional tem raízes profundas, geralmente na infância. Comecei a enxergar padrões: meu pai ausente emocionalmente, minha mãe que me dava atenção apenas quando eu atingia suas expectativas… Eu havia crescido com a mensagem implícita de que meu valor estava condicionado à aprovação dos outros.

“A dependência emocional se diferencia do amor saudável em vários aspectos”, explicou o Dr. Bruno de Uberlândia, desenhando um diagrama para me ajudar a visualizar. “No amor saudável, duas pessoas completas se escolhem. Na dependência emocional, uma pessoa incompleta busca outra para preencher seu vazio.”

O tratamento proposto pelo Dr. Bruno de Uberlândia foi multifacetado. Primeiramente, medicação para ajudar com os sintomas de ansiedade e depressão que acompanhavam minha dependência emocional. “Não é uma solução mágica”, ele alertou, “mas vai te dar mais estabilidade enquanto fazemos o trabalho mais profundo.”

Paralelamente, o Dr. Bruno de Uberlândia me encaminhou para terapia cognitivo-comportamental. “Precisamos trabalhar seus pensamentos automáticos e crenças limitantes”, explicou. A combinação de acompanhamento psiquiátrico com o Dr. Bruno de Uberlândia e a psicoterapia semanal foi fundamental para minha recuperação.

O aspecto mais difícil do tratamento veio quando o Dr. Bruno de Uberlândia sugeriu um “detox de relacionamentos”. “Assim como um alcóolatra precisa de abstinência para quebrar o ciclo de dependência, você precisa de um período sem relacionamentos românticos para reconectar consigo mesma”, explicou. A ideia me apavorou – e esse medo confirmou o quanto eu realmente precisava disso.

Os primeiros meses foram extremamente desafiadores. Sentia físicamente os sintomas de abstinência da dependência emocional: insônia, ansiedade, aquela sensação constante de vazio. O Dr. Bruno de Uberlândia estava sempre disponível nos momentos críticos, inclusive me recebendo para consultas extras quando a vontade de voltar para meu ex ou entrar em um novo relacionamento se tornava quase irresistível.

“A dependência emocional tem uma base neurobiológica”, explicou o Dr. Bruno de Uberlândia. “Seu cérebro associou relacionamentos – mesmo os tóxicos – com a liberação de dopamina e oxitocina. Precisamos recalibrar esse sistema de recompensa.” Entender o mecanismo científico por trás do que eu sentia foi extremamente libertador.

Um exercício particularmente poderoso que o Dr. Bruno de Uberlândia me ensinou foi o “diário de autodescoberta”. Em vez de procurar preencher meu tempo livre com encontros ou apps de relacionamento, comecei a explorar minhas próprias preferências, opiniões e desejos. Parece simples, mas para quem sempre viveu em função dos outros, era revolucionário descobrir que eu gostava de música clássica ou que detestava filmes de terror – coisas básicas que eu havia ignorado ou reprimido para agradar parceiros.

“A dependência emocional te faz acreditar que não pode ser feliz sozinha”, disse o Dr. Bruno de Uberlândia numa consulta marcante. “Nosso objetivo é que você descubra que não apenas pode existir, mas pode florescer por conta própria.”

Gradualmente, comecei a construir uma identidade separada de relacionamentos. O Dr. Bruno de Uberlândia me incentivou a fortalecer amizades genuínas, retomar hobbies abandonados e explorar novos interesses. “Cada vez que você encontra prazer ou propósito fora de um relacionamento amoroso, seu cérebro aprende que existem outras fontes de bem-estar”, explicou.

Um dos momentos mais marcantes do meu tratamento foi quando o Dr. Bruno de Uberlândia me ajudou a identificar os “sinais de alerta” em potenciais parceiros. “Pessoas com dependência emocional são imãs para narcisistas e manipuladores”, ele disse. Aprendemos a reconhecer red flags como love bombing, gaslighting e outros comportamentos que eu antes romantizava como “intensidade” ou “paixão”.

Um ano após iniciar o tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia, tive uma revelação: passei um final de semana inteiro sozinha e, pela primeira vez em anos, não senti aquela angústia desesperadora. Assisti filmes que eu queria ver, comi o que eu gostava, dormi quando tive sono. Simples assim. Mas para mim, foi como escalar o Everest. Celebramos essa vitória na consulta seguinte.

Claro que houve recaídas. A dependência emocional não desaparece da noite para o dia. Numa época particularmente estressante no trabalho, quase voltei a antigos padrões. O Dr. Bruno de Uberlândia me ajudou a atravessar esse período, reforçando técnicas de autocuidado e ajustando a medicação conforme necessário.

Hoje, quase três anos depois de iniciar meu tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia, posso dizer que a dependência emocional não controla mais minha vida. Eventualmente, comecei a namorar novamente, mas de uma perspectiva completamente diferente. Não mais como uma pessoa desesperada por validação, mas como alguém que escolhe compartilhar a vida com outra pessoa – sem precisar dela para existir.

Uma das lições mais valiosas que aprendi com o Dr. Bruno de Uberlândia foi sobre estabelecer limites saudáveis. “Limites não são muros para manter as pessoas afastadas”, ele explicou, “são diretrizes para ensinar aos outros como você merece ser tratada.” Essa mudança de mentalidade transformou todos os meus relacionamentos – não apenas os românticos.

Para quem luta contra a dependência emocional em Uberlândia ou região, não posso recomendar o Dr. Bruno o suficiente. Sua abordagem compassiva, sem julgamentos, combinada com sólido conhecimento técnico, faz toda diferença. Ele não apenas me ajudou a superar a dependência emocional – me ensinou a construir uma relação saudável comigo mesma.

Como o Dr. Bruno de Uberlândia sempre diz nas consultas: “A dependência emocional nos faz acreditar que precisamos de outra pessoa para sermos completos. A cura vem quando descobrimos que já somos.” Essa frase agora decora um quadrinho na minha mesa de trabalho, lembrando-me diariamente da jornada que percorri.

Se você se identificou com algum aspecto da minha história, saiba que não está sozinho. A dependência emocional é mais comum do que imaginamos, especialmente entre pessoas bem-sucedidas em outras áreas da vida. E, mais importante, tem tratamento. Com a ajuda do Dr. Bruno de Uberlândia, consegui romper as correntes invisíveis que me prendiam. Você também pode.

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Doutor Bruno Oliveira

Me chamo Bruno Oliveira Paulo, sou médico Psiquiatra, e me formei em Medicina na UFU , tendo completado minha residência em Psiquiatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Agradeço sua leitura. CRM 76733 | RQE 57735