Dizem que a depressão tem mil faces. E eu, como advogada que lida com fatos e evidências, posso confirmar isso em primeira mão. Meu nome é Patrícia, tenho 41 anos, e minha história com os diferentes tipos de depressão começou há cinco anos, quando um divórcio complicado desencadeou o que eu achava ser apenas uma “fase ruim”. Mal sabia eu que estava apenas conhecendo a ponta do iceberg.
Foi através de uma colega do fórum que ouvi falar do Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia. Ela tinha passado por algo parecido e não parava de mencionar como ele tinha uma abordagem diferente. Depois de três meses tomando um antidepressivo receitado pelo clínico geral (que só me deixava zonza), decidi marcar uma consulta.
O consultório do Dr. Bruno em Uberlândia não tinha aquela cara de hospital. Sabe aqueles ambientes que já te deixam mais nervosa? Pois é, nada disso. Era acolhedor, com música ambiente baixinha. Logo na primeira consulta, o Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, me surpreendeu. Ele não ficou só anotando enquanto eu falava. Me olhou nos olhos e disse: “Existem vários tipos de depressão, e precisamos entender qual estamos enfrentando no seu caso.”
Foi ali que comecei a entender que o que eu tinha não era simplesmente “depressão”. O Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, me explicou sobre a depressão maior, a distimia, a depressão sazonal, a bipolaridade e tantos outros quadros que podem se manifestar de formas diferentes. No meu caso, ele identificou características de depressão maior com elementos de ansiedade – uma combinação bastante comum, segundo ele, especialmente em profissionais do Direito.
As sessões com o Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, não eram apenas sobre medicação. Ele fazia questão de explicar como cada tipo de depressão afeta o cérebro de maneira diferente. “Patrícia, seu cérebro não está produzindo certos neurotransmissores na quantidade adequada”, ele dizia, desenhando num papel como funcionava. Aquilo fazia tanto sentido pra mim, que sempre precisei entender os “porquês” de tudo.
Minha mãe, aquela mineira típica do interior, torceu o nariz quando falei que estava consultando um psiquiatra. “Menina, isso é frescura. Sua avó criou oito filhos e nunca teve depressão!” O Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, me ajudou a lidar com esses comentários também. Ele disse que era normal, que ainda existe muito estigma sobre os diferentes tipos de depressão, principalmente em cidades menores.
Com o tempo, o tratamento com o Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, começou a mostrar resultados. Ele ajustou minha medicação algumas vezes até encontrarmos a combinação certa. Diferente do primeiro médico, ele explicava cada mudança: “Este aqui vai te ajudar mais com os sintomas de ansiedade, enquanto mantemos o outro para a base da depressão.”
Aprendi com o Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, que cada tipo de depressão pode exigir uma abordagem diferente. No meu caso, além da medicação, ele sugeriu terapia cognitivo-comportamental com uma psicóloga que ele indicou. As duas abordagens juntas fizeram toda diferença.
Uma das coisas mais valiosas que o Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, me ensinou foi a identificar os primeiros sinais de recaída. Cada tipo de depressão tem seus próprios “avisos prévios”. No meu caso, quando começo a cancelar compromissos sociais e a dormir mal por mais de três dias, é hora de prestar atenção.
Teve uma época do ano passado que precisei aumentar a dose do remédio temporariamente. Estava num caso trabalhoso, muita pressão. O Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, foi super acessível, me atendeu até fora do horário marcado quando precisei. Essa disponibilidade faz toda diferença quando você lida com os diferentes tipos de depressão.
Hoje, quase três anos depois de iniciar o tratamento com o Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, posso dizer que entendo meu próprio cérebro muito melhor. Sei quais são meus gatilhos, reconheço os sinais e, principalmente, não me culpo mais por ter um transtorno mental. Como ele sempre diz: “Você não pediria para um diabético produzir insulina na força de vontade, não é?”
Para quem está pesquisando sobre os diferentes tipos de depressão em Uberlândia, não posso recomendar o Dr. Bruno o suficiente. Ele não só é um excelente psiquiatra do ponto de vista técnico, mas tem aquela humanidade que faz você se sentir vista e compreendida.
E pra finalizar, um conselho de quem já esteve no fundo do poço: não tente autodiagnosticar seu tipo de depressão pela internet. Cada caso é único, e o Dr. Bruno, psiquiatra em Uberlândia, vai saber identificar o que está acontecendo com você muito melhor que o Dr. Google. Marque aquela consulta. Você merece se sentir bem novamente.
