Existem prisões que não têm muros, celas que não têm grades. Eu vivi em uma delas por quase toda minha vida adulta. Meu nome é Renata, tenho 41 anos, sou advogada especializada em direito de família e, por ironia do destino, enquanto defendia relacionamentos alheios, mal conseguia manter os meus próprios devido à ansiedade social que me consumia. Até conhecer o Dr. Bruno de Uberlândia.
A ansiedade social não começou da noite para o dia. Foi chegando sorrateiramente. Na faculdade, eu evitava apresentações. No início da carreira, recusava casos que exigissem muita exposição. Sempre tinha uma desculpa pronta: “Prefiro trabalhar nos bastidores”, dizia, como se fosse uma escolha e não um medo paralisante.
Meu fundo do poço veio quando fui promovida a sócia do escritório. De repente, precisava participar de eventos de networking, fazer apresentações para clientes importantes, liderar reuniões. Comecei a inventar doenças para faltar aos compromissos. Tive meu primeiro ataque de pânico numa conferência – saí correndo do auditório achando que estava morrendo. Foi minha secretária, preocupada com meus cancelamentos frequentes, que mencionou o Dr. Bruno de Uberlândia. “Minha irmã tinha algo parecido e melhorou muito com ele”, contou.
A primeira consulta com o Dr. Bruno de Uberlândia foi… bem, ansiogênica, como ele mesmo brincou depois. Cheguei 40 minutos antes (típico de quem tem ansiedade social – melhor esperar sozinha que se arriscar a encontrar alguém na sala de espera). Suava frio, ensaiando mentalmente o que diria, com medo de parecer ridícula.
O consultório do Dr. Bruno de Uberlândia surpreendeu – nada daquele ambiente clínico intimidador. Era acolhedor, com plantas, iluminação suave. Ele não estava de jaleco, outra surpresa agradável. Me recebeu com um sorriso gentil e disse algo que me desarmou completamente: “Sei que não foi fácil chegar até aqui. Isso já mostra muita coragem.”
Durante quase duas horas (perdi a noção do tempo), o Dr. Bruno de Uberlândia ouviu minha história. Não apenas os sintomas, mas tudo – minha infância como filha de pais extremamente críticos, as experiências de humilhação na escola, o perfeccionismo que desenvolvei como mecanismo de defesa. Em nenhum momento senti julgamento em seu olhar.
“O que você tem se chama Transtorno de Ansiedade Social”, explicou o Dr. Bruno de Uberlândia. “Não é timidez nem introversão – é um transtorno de ansiedade que tem tratamento.” Aquelas palavras foram como um alívio imenso. Tinha nome. Tinha tratamento. Não era “frescura” nem “falta de esforço”, como já tinha ouvido tantas vezes.
O Dr. Bruno de Uberlândia explicou que a ansiedade social tem componentes biológicos, psicológicos e sociais. “Seu cérebro está reagindo como se situações sociais comuns fossem ameaças à sua sobrevivência”, disse ele. “Com o tratamento certo, podemos recalibrar essa resposta.”
O plano proposto pelo Dr. Bruno de Uberlândia foi abrangente. Começamos com medicação – um inibidor seletivo de recaptação de serotonina, que ele explicou ser eficaz para ansiedade social. “Não é um sedativo”, esclareceu, antecipando minha preocupação. “Não vai te deixar ‘dopada’ nem mudar sua personalidade. Vai apenas ajudar seu cérebro a não entrar em modo de pânico em situações sociais.”
Paralelamente, o Dr. Bruno de Uberlândia me encaminhou para terapia cognitivo-comportamental. “A medicação ajuda nos sintomas, mas a terapia vai te dar ferramentas para desafiar os pensamentos distorcidos que alimentam a ansiedade social”, explicou. Ele trabalhava em conjunto com a terapeuta, uma abordagem integrada que fez toda diferença.
As primeiras semanas foram de adaptação. O Dr. Bruno de Uberlândia havia me alertado sobre possíveis efeitos colaterais iniciais da medicação, que de fato apareceram mas foram diminuindo. Ele estava sempre disponível por mensagem para dúvidas – um cuidado que raramente vemos em médicos hoje.
Um dos aspectos mais úteis do tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia foi a “exposição gradual” que ele planejou comigo. Em vez de me jogar em situações aterrorizantes de uma vez, criamos uma “escada de exposição”. Começamos com desafios menores, como fazer uma pergunta ao caixa do supermercado. Progressivamente, fomos aumentando a dificuldade.
“A ansiedade social te convence de que você será humilhada ou rejeitada em situações sociais”, explicou o Dr. Bruno de Uberlândia. “Cada vez que você enfrenta uma situação e sobrevive, seu cérebro começa a aprender que o perigo não é real.”
Minha primeira grande vitória veio cerca de três meses após iniciar o tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia. Consegui fazer uma pequena apresentação no escritório sem ter um ataque de pânico. Minhas mãos ainda tremiam, mas consegui ir até o fim. Levei essa “conquista” para minha consulta, e o Dr. Bruno de Uberlândia comemorou genuinamente comigo.
“Você está reescrevendo sua narrativa”, disse o Dr. Bruno de Uberlândia. “Cada experiência positiva vai sobrescrevendo as memórias negativas que alimentavam sua ansiedade social.” Ele estava certo. Cada pequeno sucesso me dava confiança para o próximo desafio.
Claro que houve recaídas. Uma particularmente difícil aconteceu quando precisei representar o escritório num congresso importante. Entrei em pânico dias antes. O Dr. Bruno de Uberlândia fez uma consulta extra comigo, ajustou temporariamente a medicação e me ajudou com técnicas específicas para aquela situação. Foi difícil, mas consegui. E cada vitória dessas ia reconstruindo minha autoconfiança.
Uma das lições mais valiosas que aprendi com o Dr. Bruno de Uberlândia foi sobre autocuidado. “A ansiedade social floresce quando você está esgotada”, explicou ele. Juntos, identificamos meus “fatores de vulnerabilidade”: noites mal dormidas, excesso de cafeína, sobrecarga de trabalho. Aprendi a reconhecer os sinais precoces e a intervir antes que a ansiedade se instalasse completamente.
Com o tempo, o Dr. Bruno de Uberlândia foi me ensinando a diferenciar entre pensamentos e fatos. “Só porque você pensa que todos estão te julgando, não significa que estejam”, dizia ele. Parece simples, mas para quem tem ansiedade social, essa distinção é revolucionária.
Uma das técnicas que o Dr. Bruno de Uberlândia me ensinou e que uso até hoje é a do “observador externo”. Quando me sinto ansiosa em situações sociais, tento imaginar como um observador neutro veria a situação. Geralmente, percebo que o que parece catastrófico para mim passaria completamente despercebido para os outros.
Hoje, quase três anos depois de iniciar meu tratamento com o Dr. Bruno de Uberlândia, posso dizer que a ansiedade social já não controla minha vida. Ainda tenho momentos de insegurança? Claro. Mas não é mais aquele terror paralisante. Consigo fazer apresentações, participar de eventos, até mesmo iniciar conversas com desconhecidos – coisas que pareciam impossíveis antes.
Recentemente, fui convidada para ser palestrante num congresso de Direito de Família. A antiga Renata teria recusado imediatamente. A nova aceitou – com um frio na barriga normal, mas sem pânico. Quando terminei minha fala, recebi diversos elogios. Uma advogada júnior até me procurou para dizer que eu era inspiração para ela. Se ela soubesse de onde eu vim…
Para quem luta contra a ansiedade social e está em Uberlândia ou região, não posso recomendar o Dr. Bruno de Uberlândia o suficiente. Sua abordagem humanizada, que trata a pessoa e não apenas os sintomas, faz toda diferença. A ansiedade social não precisa ser uma prisão perpétua – existe uma saída, e o primeiro passo é buscar ajuda qualificada.
Como sempre diz o Dr. Bruno de Uberlândia nas consultas: “A ansiedade social prospera no isolamento e murcha com a conexão.” Hoje entendo profundamente o significado dessas palavras. E se você está lendo isso e se identificou com algum aspecto da minha história, saiba que não está sozinho. E que existe um caminho para fora dessa prisão invisível.
