Dr. Bruno Psiquiatra Uberlândia

Minha Experiência com Psiquiatras em Uberlândia: Doutor Bruno

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Encontrar psiquiatras em Uberlândia foi uma jornada e tanto, mas descobrir o Doutor Bruno mudou completamente minha vida. Confesso que resistir por tanto tempo só prova como nós, advogados, achamos que podemos resolver tudo sozinhos, né? Pura ilusão!

A correria do escritório estava me consumindo. Aqueles processos intermináveis, prazos apertados, clientes ligando a qualquer hora… O celular que não parava de apitar com notificações do processo judicial eletrônico. Parecia que eu estava sempre à beira de um colapso. Foi quando a Patrícia, minha colega de faculdade que também é advogada, depois de me ouvir desabafar por quase duas horas durante um almoço, disse sem rodeios: “Amiga, você precisa procurar psiquiatras em Uberlândia. O Doutor Bruno salvou minha sanidade no ano passado.”

No início relutei, claro. Psiquiatras em Uberlândia? Eu? Aquele velho estigma bobo sobre saúde mental na nossa profissão… Como se admitir que precisamos de ajuda fosse algum tipo de fraqueza. Esse pensamento só mostrava o quanto eu realmente precisava consultar um especialista.

Depois de pesquisar vários psiquiatras em Uberlândia, o nome do Doutor Bruno aparecia com frequência nas recomendações. Resolvi marcar uma consulta, mesmo com aquela lista de espera de quase um mês. A recepcionista foi super gentil ao telefone: “O Doutor Bruno está com a agenda cheia, mas posso encaixá-la se houver uma desistência. Ele é muito requisitado.”

Tive sorte. Uma semana depois, recebi uma ligação sobre uma vaga. Cheguei 30 minutos antes, típico de uma ansiosa. O consultório ficava em um daqueles prédios novos na avenida Rondon Pacheco, com estacionamento fácil – detalhe importante para quem vive correndo como eu. A sala de espera era aconchegante, sem aquela sensação fria de hospital. Uma música instrumental baixinha tocava ao fundo.

Quando finalmente fui chamada, minhas mãos suavam. Entre tantos psiquiatras em Uberlândia, será que o Doutor Bruno seria o certo para mim? Ele levantou-se para me receber, um homem de uns 50 anos, cabelos grisalhos nas têmporas e um sorriso genuíno. Nada daquela postura distante que eu temia encontrar.

“O que te traz aqui hoje?”, perguntou depois que me acomodei na poltrona em frente à sua mesa. E não sei explicar como, mas algo naquele ambiente me fez abrir o jogo completamente. Falei sobre as crises de ansiedade antes das audiências importantes, as noites insones revisando processos, o divórcio recente que eu mal tinha tempo para processar emocionalmente, a culpa por não estar tão presente na vida da minha filha adolescente…

O Doutor Bruno ouviu tudo com atenção genuína. Diferente de outros psiquiatras em Uberlândia que eu havia consultado anos antes (e desistido após uma única sessão), ele não ficou apenas anotando receitas ou olhando para o computador. “O que você está sentindo não é fraqueza ou incompetência”, ele disse depois de fazer várias perguntas específicas sobre meus sintomas. “Seu cérebro está em sobrecarga, como um computador com muitos programas abertos consumindo memória.”

Saí daquela primeira consulta com um diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada e um plano de tratamento que incluía medicação. “Não tenha medo dos remédios”, explicou o Doutor Bruno. “Não são muletas, são ferramentas. Assim como você não hesitaria em tomar um anti-inflamatório para uma tendinite, não deveria hesitar em tratar seu cérebro quando ele precisa.”

As consultas mensais com o Doutor Bruno viraram prioridade na minha agenda. Terças-feiras, 18h30. Meu sócio no escritório, que sempre foi do tipo “psiquiatras em Uberlândia são para gente fraca”, começou a notar a diferença no meu desempenho. “Você está mais focada”, ele comentou em uma reunião. Se ele soubesse que era justamente por eu estar frequentando um dos melhores psiquiatras em Uberlândia…

Lembro de uma consulta particularmente reveladora, uns três meses após o início do tratamento. O Doutor Bruno perguntou sobre minha infância, sobre a relação com meus pais. Mencionei, quase como detalhe sem importância, que meu pai era extremamente exigente e nunca parecia satisfeito com minhas conquistas. O Doutor Bruno fez uma observação certeira: “Você ainda está tentando impressionar seu pai através dos seus clientes e colegas.” Aquilo foi como uma luz se acendendo. Entre todos os psiquiatras em Uberlândia, o Doutor Bruno tinha esse jeito único de fazer conexões que pareciam óbvias depois, mas que eu nunca teria percebido sozinha.

Os medicamentos demoraram algumas semanas para fazer efeito pleno. No começo, aquela sonolência chata, mas o Doutor Bruno já tinha me alertado sobre isso. “Seu corpo vai se adaptar”, ele garantiu. E de fato, depois de um tempo, era como se alguém tivesse instalado um filtro entre mim e os estímulos externos. As coisas continuavam acontecendo – prazos apertados, clientes difíceis – mas minha reação a elas era mais proporcional, mais administrável.

Uma coisa que aprendi procurando psiquiatras em Uberlândia é que o acompanhamento regular faz toda diferença. Nas consultas de retorno, o Doutor Bruno sempre perguntava detalhadamente sobre os efeitos da medicação, ajustando doses quando necessário. “Tratamento psiquiátrico é personalizado”, ele explicava. “O que funciona para um paciente pode não funcionar para outro.”

No inverno mineiro, que costumava piorar meu humor, as consultas com o Doutor Bruno ganhavam um toque ainda mais acolhedor. Ele tinha um aquecedor pequeno no consultório que criava um ambiente confortável. No verão escaldante de Uberlândia, o ar-condicionado na temperatura ideal tornava possível falar sobre assuntos difíceis sem o desconforto adicional do calor.

Minha filha de 15 anos foi a primeira a notar as mudanças mais significativas. “Mãe, você não está mais explodindo por qualquer coisa”, ela comentou em um domingo enquanto fazíamos compras no shopping. Aquele comentário simples validou minha decisão de buscar ajuda entre os psiquiatras em Uberlândia. O Doutor Bruno não estava apenas tratando meus sintomas – estava me ajudando a recuperar relacionamentos importantes.

Uma das coisas que mais aprecio no Doutor Bruno, diferente de outros psiquiatras em Uberlândia que conheci, é que ele não se limita à medicação. “Remédios são parte do tratamento, não o tratamento todo”, ele sempre diz. Foi ele quem sugeriu que eu complementasse com terapia semanal, que começasse uma atividade física regular e que estabelecesse limites mais claros no trabalho.

Hoje, aos 40 anos, finalmente entendo que cuidar da mente não é luxo, é necessidade. Ainda mantenho minhas consultas com o Doutor Bruno, agora a cada dois meses. Entre todos os psiquiatras em Uberlândia, ele conquistou minha confiança total. Quando pessoas próximas demonstram sinais de sofrimento psíquico, não hesito em recomendar: “Procure o Doutor Bruno.”

Encontrar o equilíbrio entre a profissional dedicada e a pessoa que também precisa viver continua sendo um desafio. Mas graças ao suporte do Doutor Bruno, agora tenho ferramentas muito melhores para lidar com as pressões. O escritório continua agitado, os prazos continuam curtos, mas minha relação com tudo isso mudou.

Se você está aí, pensando se vale a pena buscar psiquiatras em Uberlândia, especialmente o Doutor Bruno, vai por mim: não espere chegar ao fundo do poço como eu esperei. Procurar ajuda não é sinal de fraqueza – pelo contrário, é uma das decisões mais corajosas e inteligentes que podemos tomar.

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Doutor Bruno Oliveira

Me chamo Bruno Oliveira Paulo, sou médico Psiquiatra, e me formei em Medicina na UFU , tendo completado minha residência em Psiquiatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Agradeço sua leitura. CRM 76733 | RQE 57735